Quando Nietzsche chorou
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Você conhece Friedrich Nietzsche, ou Josef Breuer, ou Sigmund Freud? Ou ainda Anna O., Lou Salomé? Não!? Pois vou lhe falar:
Nietzsche é um doente. Ele é orgulhoso, arrogante, e filósofo. Claro. Nietzsche está com problemas; sua saúde não está legal; está se sentindo solitário, pensa em suicídio, etc. Tudo isso devido a uma recusa a seu pedido de casamento com Lou Salomé. Essa que por sua vez procura Dr. Breuer para ajudar seu amigo, para lhe curar.
Doutor Breuer –o pai da psicanálise--, por sua vez, é casado, tem filhos, tem uma família. No entanto, durante o tratamento de uma paciente (Anna O), acaba-se apaixonando desesperadamente por ela, aí, então, começa a ocorrer fatos intransponíveis. E o que era para ser um simples tratamento doutor-paciente, acaba virando um tratamento paciente-doutor-paciente.
Tudo isso é um pequeno resumo do que estar por vir em sua prazerosa leitura. Terminei nessa sexta-feira a leitura desse fantástico livro, chamado "Quando Nietzsche chorou". Após 100 anos de sua morte, Nietzsche é o principal personagem deste romance magnífico sobre o nascimento da psicanálise.
Apesar da existência em vida real de todos os personagens do livro, os fatos narrados são apenas ficção, não são reais. Mas a forma como Irvin D. Yalom os descreveu nesse livro, faz você (a mim) e a qualquer outra pessoa, acreditar que os fatos aconteceram fielmente a forma como os narrou. É um livro perfeito, de muito bom gosto para quem curte um romance-trama-filosófico. Você não consegue parar de lê-lo, já que fica super ansioso pelo desenrolar da história.
Portanto, se está em dúvida em qual livro ler esse mês, não deixe de analisar a possibilidade de ler "Quando Nietzsche chorou". Você irá gostar muito.










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